Mostrando postagens com marcador FILMES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FILMES. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

GENI GUIMARÃES_mulher,negra,artista



Nascia

Um belo dia,
emoção forte me causou vertigem,
mamei minha mãe na fonte
de leite fiz um verso virgem.

Dos rios mastiguei os córregos
dos sóis sorvi dourados bicos
tomei do alfabeto, os símbolos
com eles fiz um verso rico.

Mas, da primeira cobra
armada em botes,
aprendi as contorções molengas
tomei da angustia, vida fluída
ri um verso duro, capenga.

Sou hoje colheita descoberta
dos amores de auroras nas fazendas,
extração dos capitães de mato
e dos de Areia do Jorge.

Explico então:

o poeta é um bicho de seda...
que explode



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Introdução ao estudo das civilizações africanas


O estudo sobre a África exige estarmos atentos às diversas distorções colonialistas que a historiografia ocidental reservou ao continente.
Contrariando as diversas distorções racistas criadas ao longo dos últimos séculos, o estudo aprofundado sobre a  VERDADEIRA ÁFRICA desmente este olhar distorcido e revela a história dos verdadeiros ancestrais da humanidade, contribuintes ativos do desenvolvimento humano universal.
O Estudo da África não se limita a revisões referentes à história do africano e seus descendentes espalhados pelo mundo moderno, mas, sobretudo exige uma revisão de toda a história da humanidade.  Se por um lado não poderíamos entender a nossa sociedade sem conceber o legado grego para a edificação da civilização ocidental, por outro lado não é possível entender a Grécia sem considerarmos a ativa influência egípcia nesta sociedade.
Ao contrário do que afirma(va) as ideologias racistas, os africanos contribuíram para o desenvolvimento humano universal, desenvolvendo inclusive técnicas e conhecimentos essenciais para aperfeiçoarmos a nossas forças produtivas.
Trazer este debate para o ensino público exige, sobretudo, não nos resumirmos a montar uma roda de capoeira no dia 20 de novembro, mas pelo contrário  reconhecer a participação ativa dos africanos no desenvolvimento humano universal. A própria capoeira contém em si conhecimentos e signos profundamente ancorado na sabedoria ancestral (bantu) africana, conhecimentos estes que transcendem a dimensão lúdica de uma apresentação cultural pontual.
O desafio é imenso, mas existem ferramentas abundantes para oferecermos subsídios para um debate frutífero.
O vídeo abaixo (indicado por Vilma Neres)  revela evidências de como a HISTÓRIA do continente Africano foi distorcida para dar sustentação ideológica ao colonialismo. Ao mesmo tempo, o documentário desmente a idéia de que a CIVILIZAÇÃO  foi trazida ao continente pelos Europeus, mostrando diversos exemplos de riqueza social  e desenvolvimento civilizatório no continente.

Mas não devemos cair em armadilhas saudosistas… A ideologia SANKOFA  nos ensina a olhar o passado não para repeti-lo, mas para aprender com os erros e acertos de nossos ancestrais, desenvolvendo a nossa história ao “tirar poesia do futuro”!!!
É movido por problemas do presente que (re)visitamos a história dos africanos e de seus descendentes, buscando “recuperar” nossa humanidade “subtraída” pelos séculos de escravismo e racismo. O Racismo permanece vivo e atualizado pelo desenvolvimento das relações de produção capitalistas contemporâneas exigindo novamente que pensemos a história dos africanos e de seus descendentes articulada aos conflitos da humanidade como um todo.
Aprendem-se na Capoeira de Angola que somos nós os responsáveis por nossa história e que, portanto, frente às ofensivas da vida cabe a nós mesmos buscar a emancipação. Talvez seja esta a principal mensagem que a Lei 10.639/03 (ou 11.645/08) deve enfatizar ao olhar para o passado de glória das civilizações africanas: o fato de que este legado nos oferece subsídios para lutar no presente em busca de um futuro melhor.
Deivison Nkosi – Professor de História da África

Dica da Mariana, pesquisadora e mãe da estudantes Helena (5ª série da tarde)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A Construção da Igualdade_DOCUMENTÁRIO




"A Construção da Igualdade -- História da Resistência Negra no Brasil", o vídeo contribui na a aplicação da Lei nº 10.639, que torna obrigatória a inclusão, no currículo das escolas, o estudo da História da África e Cultura Afro-brasileira. Trás depoimentos de acadêmicos, escritores, artistas em geral e ações do movimento negro.

REVOLTA DA CHIBATA_CANÇÃO_MESTRE-SALA DOS MARES


MÚSICA DE JOÃO BOSCO E ALDIR BLANCI
EM HOMENAGEM A REVOLTA DA CHIBATA

Mestre-Sala dos Mares", de João Bosco e Aldir Blanc, composto nos anos 70, imortalizou João Cândido e a Revolta da Chibata. Como diz a música, seu monumento estará para sempre "nas pedras pisadas do cais". A mensagem de coragem e liberdade do "Almirante Negro" e seus companheiros resiste.


O Mestre Sala dos Mares
(João Bosco / Aldir Blanc)
(letra original sem censura)

Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo marinheiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como o almirante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao navegar pelo mar com seu bloco de fragatas
Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhões de mulatas
Rubras cascatas jorravam das costas
dos negros pelas pontas das chibatas
Inundando o coração de toda tripulação
Que a exemplo do marinheiro gritava então
Glória aos piratas, às mulatas, às sereias
Glória à farofa, à cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o almirante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas do cais
Mas faz muito tempo
O Mestre Sala dos Mares
(João Bosco / Aldir Blanc)
(censura durante ditadura militar)

Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo feiticeiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como o navegante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao acenar pelo mar na alegria das regatas
Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhões de mulatas
Rubras cascatas jorravam das costas
dos santos entre cantos e chibatas
Inundando o coração do pessoal do porão
Que a exemplo do feiticeiro gritava então
Glória aos piratas, às mulatas, às sereias
Glória à farofa, à cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o navegante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas do cais
Mas faz muito tempo


 fonte: CLIQUE AQUI


Baseado em uma história real, "A Revolta da Chibata" conta a história de João Cândido. Curta feito por uma turma (2332 - ano 2007) da Escola Técnica Estadual Henrique Lage - Niterói - RJ

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"O VENTO FORTE DO LEVANTE" - um documentário de Rodrigo Dutra sobre o poeta SOLANO TRINDADE

Estréia em NOVEMBRO.

A PRÉ-ESTREIA aconteceu no dia 24/07 no Teatro Popular Solano Trindade - Av. São Paulo, 100 – Centro – Embu das Artes(SP) e no Teatro Raul Cortez - Duque de Caxias (RJ).



Do latim, a palavra Solano significa “O Vento Forte do Levante”, ou como explorou a escola de samba Vai-Vai no carnaval de 1979 “O Vento Forte da África”, ou até mesmo como define Newton Menezes “Vento Forte da África que se sente às vezes na Espanha”. Dessa miríade de traduções o que mais importa é saber que todas correspondem a um único personagem, “forte” na coerência de sua trajetória e como o “vento” volátil na versatilidade de sua arte, eis assim SolanoTrindade, homem negro nascido vinte anos depois do fim oficial da escravidão e que não se curvou diante da opressão de cor, de classe e de cultura.

Fonte:
"A antropofagia do Vento Forte do Levante" - Rodrigo Dutra

Trailer do filme: O VENTO FORTE DO LEVANTE - Solano Trindade



"Pesquisar na fonte e devolver ao povo na forma de arte"



FICHA TÉCNICA Direção, edição e pesquisa: Rodrigo DutraCinegrafismo: Guilherme Zani, Márcio Bertoni, Pablo PabloProdução : Rodrigo Dutra, Antonio Carlos, AnguTV!Trilha original: Michael SexauerMúsica Tema: Luciana SavinaVoz Over : Godot QuincasIntervenção poética : Zinho TrindadeAtor: Amenduim DuimCo-Produção: CRPH-BF, Nibrach, Biblioteca Comunitária Solano Trindade

Cabelo ruim e cabelo bom?

A mulher Negra na MPB
Um Abalo Na Identidade Racial



Pontuar o racismo veiculado através da música popular brasileira não é assunto inédito. Outros pesquisadores e pesquisadoras já analisaram esta manifestação na literatura, como Franklin (1970), Moura (1976), Queiroz Jr. (1975), Brookshaw (1983), na poesia e na prosa. Bem recentemente a companheira feminista Maria Áurea Santa Cruz nos ofereceu uma belíssima análise da imagem da mulher na MPB (1992), onde verifica os toques racistas em algumas das músicas.


A nossa contribuição neste trabalho é o relato de nossa experiência junto a adolescentes negras num grupo de convivência para refletirmos sobre a identidade racial. Essas adolescentes vivem expostas a diversos tipos de violência cotidiana - moram em favelas, têm baixa escolaridade, sem oportunidade ao lazer... E, ainda um agravante: são negras ou mestiças, na sua maioria. A nossa preocupação em reforçar a identidade racial dessas adolescentes está baseada na noção do fortalecimento do seu eu perante o mundo, no qual a cor da pele dá acesso ou exclui as oportunidades.
Para ler o texto na íntegra clique aqui.







quarta-feira, 17 de agosto de 2011

HERÓIS DE TODO MUNDO

HERÓIS DE TODO MUNDO
Não, não é uma série sobre o Super-homem ou o Batman. Heróis de todo mundo é uma série de interprogramas que quer mostrar ao público comum que aqui mesmo, no Brasil, existem Heróis. Heróis porque quebraram barreiras, que venceram apesar dos enormes obstáculos enfrentados, que lutaram por uma vida melhor para todos. Ah! E são negros.

Biografia de personagens negros, interpretados por artistas negros. Imperfível!!!!
http://www.acordacultura.org.br/herois/herois-lista2

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

FILMES_FILMES_FILMES_FILMES

I LOVE MY HAIR     (Dica da Cleide)
Vídeo da Vila Sésamo com um canção em inglês sobre a questão dos cabelos "bonitos".
Música: I Love My Hair
Legenda em português

Um vídeo muito lindo de uma menina negra balançando seus cabelos simplesmente. Penso que este vídeo pode funcionar como um estímulo para a discussão dos cabelos "ruins" e "bonitos".
http://www.youtube.com/watch?v=paNEdqSpm58

O XADREZ DAS CORES-  Curta de 35min - (Provavelmente há uma cópia em nossa escola)
Clique aqui para assistir no site do Curta Petrobras.
Clique aqui para assistir no You Tube
Cida, uma mulher negra de quarenta anos, vai trabalhar para Maria, uma velha de oitenta anos, viúva e sem filhos, que é extremamente racista. A relação entre as duas mulheres começa tumultuada, com Maria tripudiando em cima de Cida por ela ser negra. Cida atura a tudo em silêncio, por precisar do dinheiro, até que decide se vingar através de um jogo de xadrez.


Quanto vale ou é por quilo?
Direção Sergio Bianci, Brasil, 2005. Sinopse: Filme de ficção, baseado num conto de Machado de Assis. O filme traça um paralelo entre a vida no período da escravidão e a sociedade brasileira contemporânea, focalizando as semelhanças existentes no contexto social e econômico das duas épocas. A ação se desenrola nesses dois períodos históricos, ao mesmo tempo. Ao traçar esse paralelo entre o século XIX e o tempo atual, o filme questiona até que ponto a estrutura da sociedade brasileira realmente mudou da época colonial até hoje.
Quase Dois Irmãos.
Direção Lucia Murat, Brasil, 2005. Sinopse: Retrata as diferenças raciais vividas entre prisioneiros brancos (presos políticos) e negros (presos comuns) no presídio da Ilha Grande, nos anos 70. Miguel é um Senador da República que visita seu amigo de infância Jorge, que se tornou um poderoso traficante de drogas do Rio de Janeiro, para lhe propor um projeto social nas favelas. Retrata o abismo entre brancos e negros na sociedade brasileira.
Atlântico Negro - Na Rota dos Orixás.
Direção: Renato Barbieri. Sinopse: O documentário apresenta a grande influência africana na religiosidade brasileira, mostra a origem das raízes da cultura jêje-nagô em terreiros de Salvador, que virou candomblé, e do Maranhão, onde a mesma influência gerou o Tambor de Minas.54min.
Um grito de liberdade. Direção: Richard Attenbourough, 1987. Sinopse: Sobre a luta contra o apartheid, na África do Sul, enfocada sob o ponto de vista de um homem branco e de um negro.
Além de trabalhador, negro. Direção: Daniel Brazil, Brasil, 1989. Sinopse: Filme didático, que apresenta a trajetória do negro brasileiro da abolição até os dias atuais.
Vista a minha pele. (You Tube em 3 partes)
Joel Zito Araújo & Dandara. Brasil, 2004. Sinopse: é uma paródia da realidade brasileira, para servir de material básico para discussão sobre racismo e preconceito em sala de aula. Nesta história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados.
Quilombo . Direção Cacá Diegues. Brasil, 1984. Sinopse: num engenho de Pernambuco , por volta de1650 , um grupo de escravos se rebela e ruma ao Quilombo dos Palmares , onde existe uma nação de ex-escravos fugidos que resiste ao cerco colonial, entre eles Ganga Zumba , um príncipe africano . Tempos depois, seu herdeiro e afilhado, Zumbi , contesta as idéias conciliatórias de Ganga Zumba e enfrenta o maior exército jamais visto na história colonial brasileira .


O que é movimento negro  1998, 15 min.
Documentário sobre o movimento negro no Brasil. Apresenta didaticamente a luta dos negros pela igualdade, desde os tempos da escravidão até os dias de hoje. O filme começa apresentando, no período colonial, as formas de luta e resistência dos negros escravos, como o Banzo e os Quilombos. Fala de Zumbi e das revoltas dos Malês e dos Alfaiates.
Realização: Núcleo de Estudos Negros"O que é movimento negro" é indicado para aula ou debates que tenham a história dos negros no Brasil como tema. O vídeo é bastante didático, com linguagem acessível e imagens dos jornais e manifestações políticas e culturais dos negros no Brasil.

Kirikú e a Feiticeira 
Animação de produção francesa sobre lenda africana.
Excelente para trabalhar com diversidade cultural em sala de aula.Direção: Michael Ocelot. 70 min. (Infanto-juvenil)
Faça a Coisa Certa (Do the Right Thing).Drama. Direção: Spike Lee. 120 min.

Marcha Zumbi dos Palmares contra o racismo, pela cidadania e a vida (1695-1995). Documentário.

O fio da memória. Documentário. 115 min. Direção: Eduardo Coutinho (Adolescentes, adultos)

O Rap do Pequeno Príncipe contra as Almas Sebosas. Documentário. Direção: Paulo Caldas e Marcelo Luna. 75 mim.

Quando o crioulo dança? Documentário. 28 mim (Adolescentes, adultos)

Quilombo. Aventura.. Direção Cacá Diegues. 119 min.

Retrato em preto e branco. Direção: Joel Zito de Araújo (20 min +/-).

Xica da Silva. Comédia. Direção: Cacá Diegues, 117 min.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

QUILOMBO

A primeira definição de quilombo data de 1740, reportada pelo Conselho Ultramarino ao rei de Portugal, e é a que se mantém mais forte até os dias atuais no senso-comum: toda habitação de negros fugidos, que passem de cinco, em parte despovoada. O quilombo era visto, então, como algo do passado, em área isolada e formado exclusivamente por escravos tentando fugir do sistema de escravidão. Porém, à época da abolição, os negros habitaram territórios rurais desocupados, mantiveram-se nas terras de seus antigos donos e, ainda, compraram ou receberam terras como pagamento por serviços prestados ao Estado. E estes diferentes grupos, junto aos fugitivos, deram origem às comunidades quilombolas.



terça-feira, 9 de agosto de 2011

BISPO DO ROSÁRIO

Arthur Bispo do Rosário - sergipano de origem simples, vítima de esquizofrenia, que viveu assombrado por misticismos e alucinações nas instituições psiquiátricas pelas quais passou, entre 1938 e 1989, ano de sua morte. Durante seus períodos de clausura na Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro), onde viveu por 50 anos, não consecutivos, Bispo do Rosário produziu um acervo de bordados, estandartes e assemblages que hoje têm sua relevância reconhecida no contexto histórico da arte brasileira e no cenário internacional das artes plásticas.
Um grande artista negro. Um louco!!! Ou louco somos nós?!
Precisamos estudar esse cara! Esse é um bom momento.
Há um documentário sobre ele: "O senhor do labirinto", mas não sei como conseguir. Alguém sabe?
Segue dois links interessantes sobre ele.




REVOLTA DA CHIBATA

VALE A PENA VER ESSE VIDEO FEITO POR ESTUDANTES... 
VALE A PENA ESTUDAR A REVOLTA DA CHIBATA.





O PERIGO DE UMA ÚNICA HISTÓRIA

Na reunião do dia 5 de agosto, Cleide alertou-nos para o vício ocidental das abordagens sobre África e negros sempre do ponto de vista de suas mazelas: fome e pobreza. Excelente reflexão para quem pretende apresentar culturas à crianças. Nesse sentido gostaria de indicar a palestra da romancista nigeriana Chimamanda Adichie (abaixo) também como alimento para essa reflexão.



MUSEU AFRO BRASIL - Ibirapuera

Infelizmente não dá  mais para agendar visitas ao MUSEU AFRO BRASIL em agosto, mas há na Escola um material de apoio - para quem quiser organizar um roteiro-  e que também é possível consegui-lo pela internet em pdf. clicando aqui.


Livro publicado pelo Museu Afro Brasil
Destinado especialmente ao público mais jovem e organizado a partir dos Núcleos da exposição, este livro reúne imagens de obras expostas no acervo, textos e atividades que poderão orientar o olhar do visitante e informá-lo sobre aspectos essenciais da exposição. O jovem leitor encontrará também atividades que o desafiarão a interagir com os conteúdos e conceitos apresentados.


Além das exposições permanentes ainda é possível, em agosto, ver as seguintes exposições

  • Grande Mural dos Orixás – Carybé - até 28 de agosto. clique aqui para ver uma reportagem 
  • Deuses D’África – Visualidades Brasileiras - até 28 de agosto 
  • Hereros Angola - até 14 de agosto

No site do museu além de outras informações há também um série de filmes sobre o acervo que podem auxiliar na elaboração dos roteiros. 



sábado, 6 de agosto de 2011

CAROLINA MARIA DE JESUS - escritora


Carolina Maria de Jesus nasceu em 1914 em Sacramento, Minas Gerais. Foi criada em diferentes cidades do interior de Minas e de São Paulo. Após da morte da mãe, em 1947, mudou-se para São Paulo, onde trabalhou como empregada doméstica e, depois, como catadora de papel nas ruas. Teve três filhos. Morava na favela do Canindé quando, em 1955, iniciou um diário, do qual alguns fragmentos foram publicados no jornal Folha da Noite (em 1958) e na revista O Cruzeiro (em 1959). Lançado pela Editora Francisco Alves em 1960, o livro Quarto de Despejo vendeu 600 exemplares na noite de autógrafos e foi um enorme sucesso dentro e fora do Brasil. Em 1969 mudou-se para a periferia de São Paulo, onde faleceu em 1977.