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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A Construção da Igualdade_DOCUMENTÁRIO




"A Construção da Igualdade -- História da Resistência Negra no Brasil", o vídeo contribui na a aplicação da Lei nº 10.639, que torna obrigatória a inclusão, no currículo das escolas, o estudo da História da África e Cultura Afro-brasileira. Trás depoimentos de acadêmicos, escritores, artistas em geral e ações do movimento negro.

REVOLTA DA CHIBATA_CANÇÃO_MESTRE-SALA DOS MARES


MÚSICA DE JOÃO BOSCO E ALDIR BLANCI
EM HOMENAGEM A REVOLTA DA CHIBATA

Mestre-Sala dos Mares", de João Bosco e Aldir Blanc, composto nos anos 70, imortalizou João Cândido e a Revolta da Chibata. Como diz a música, seu monumento estará para sempre "nas pedras pisadas do cais". A mensagem de coragem e liberdade do "Almirante Negro" e seus companheiros resiste.


O Mestre Sala dos Mares
(João Bosco / Aldir Blanc)
(letra original sem censura)

Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo marinheiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como o almirante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao navegar pelo mar com seu bloco de fragatas
Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhões de mulatas
Rubras cascatas jorravam das costas
dos negros pelas pontas das chibatas
Inundando o coração de toda tripulação
Que a exemplo do marinheiro gritava então
Glória aos piratas, às mulatas, às sereias
Glória à farofa, à cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o almirante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas do cais
Mas faz muito tempo
O Mestre Sala dos Mares
(João Bosco / Aldir Blanc)
(censura durante ditadura militar)

Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo feiticeiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como o navegante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao acenar pelo mar na alegria das regatas
Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhões de mulatas
Rubras cascatas jorravam das costas
dos santos entre cantos e chibatas
Inundando o coração do pessoal do porão
Que a exemplo do feiticeiro gritava então
Glória aos piratas, às mulatas, às sereias
Glória à farofa, à cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o navegante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas do cais
Mas faz muito tempo


 fonte: CLIQUE AQUI


Baseado em uma história real, "A Revolta da Chibata" conta a história de João Cândido. Curta feito por uma turma (2332 - ano 2007) da Escola Técnica Estadual Henrique Lage - Niterói - RJ

Video Chico Rei, Festival de Inverno de Ouro Preto 2007



Video produzido pelo CPPA - centro de produção e pesquisa audiovisual, durante o Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana 2007.
É um trailer do documentário que o CPPA está produzindo sobre o mito de Chico Rei e sua influência no Brasil, epsecialmente em Minas Gerais e em Ouro Preto. Tendo a mina da encardideira, o palácio velho, documentos históricos, pontos de vistas de diferentes personalidades acerca dessa história que está presente no congado, no reisado, no hip hop, nos símbolos adincras nas sacadas, nos símbolos do candomblé na igreja de Santa Ifigênia em ouro preto.

Direção: Maíra Lana
Edição: Danilo Roxette
Música Original: Vítor Gomes

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

HERÓIS DE TODO MUNDO

HERÓIS DE TODO MUNDO
Não, não é uma série sobre o Super-homem ou o Batman. Heróis de todo mundo é uma série de interprogramas que quer mostrar ao público comum que aqui mesmo, no Brasil, existem Heróis. Heróis porque quebraram barreiras, que venceram apesar dos enormes obstáculos enfrentados, que lutaram por uma vida melhor para todos. Ah! E são negros.

Biografia de personagens negros, interpretados por artistas negros. Imperfível!!!!
http://www.acordacultura.org.br/herois/herois-lista2

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

QUILOMBO

A primeira definição de quilombo data de 1740, reportada pelo Conselho Ultramarino ao rei de Portugal, e é a que se mantém mais forte até os dias atuais no senso-comum: toda habitação de negros fugidos, que passem de cinco, em parte despovoada. O quilombo era visto, então, como algo do passado, em área isolada e formado exclusivamente por escravos tentando fugir do sistema de escravidão. Porém, à época da abolição, os negros habitaram territórios rurais desocupados, mantiveram-se nas terras de seus antigos donos e, ainda, compraram ou receberam terras como pagamento por serviços prestados ao Estado. E estes diferentes grupos, junto aos fugitivos, deram origem às comunidades quilombolas.