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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
A Construção da Igualdade_DOCUMENTÁRIO
REVOLTA DA CHIBATA_CANÇÃO_MESTRE-SALA DOS MARES
MÚSICA DE JOÃO BOSCO E ALDIR BLANCI
EM HOMENAGEM A REVOLTA DA CHIBATA
Mestre-Sala dos Mares", de João Bosco e Aldir Blanc, composto nos anos 70, imortalizou João Cândido e a Revolta da Chibata. Como diz a música, seu monumento estará para sempre "nas pedras pisadas do cais". A mensagem de coragem e liberdade do "Almirante Negro" e seus companheiros resiste.
O Mestre Sala dos Mares
(João Bosco / Aldir Blanc)
(letra original sem censura)
Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo marinheiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como o almirante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao navegar pelo mar com seu bloco de
fragatas
Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhões de mulatas
Rubras cascatas jorravam das costas
dos negros pelas pontas das chibatas
Inundando o coração de toda tripulação
Que a exemplo do marinheiro gritava então
Glória aos piratas, às mulatas, às sereias
Glória à farofa, à cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o almirante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas do cais
Mas faz muito tempo
|
O Mestre Sala dos Mares
(João Bosco / Aldir Blanc)
(censura durante ditadura militar)
Há muito tempo nas águas da Guanabara
O dragão do mar reapareceu
Na figura de um bravo feiticeiro
A quem a história não esqueceu
Conhecido como o navegante negro
Tinha a dignidade de um mestre sala
E ao acenar pelo mar na alegria das regatas
Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas
Jovens polacas e por batalhões de mulatas
Rubras cascatas jorravam das costas
dos santos entre cantos e chibatas
Inundando o coração do pessoal do porão
Que a exemplo do feiticeiro gritava então
Glória aos piratas, às mulatas, às sereias
Glória à farofa, à cachaça, às baleias
Glória a todas as lutas inglórias
Que através da nossa história
Não esquecemos jamais
Salve o navegante negro
Que tem por monumento
As pedras pisadas do cais
Mas faz muito tempo
|
fonte: CLIQUE AQUI
Canções temáticas
Vou postar aqui algumas canções que tenho pesquisado acerca da temática.
que preto, que branco, que índio o quê?
que branco, que índio , que preto o quê?
que índio, que preto, que branco o quê?
que preto branco índio o quê?
branco índio preto o quê?
índio preto branco o quê?
aqui somos mestiços mulatos
cafuzos pardos mamelucos sararás
crilouros guaranisseis e judárabes
orientupis orientupis
ameriquítalos luso nipo caboclos
orientupis orientupis
iberibárbaros indo ciganagôs
somos o que somos
inclassificáveis
não tem um, tem dois,
não tem dois, tem três,
não tem lei, tem leis,
não tem vez, tem vezes,
não tem deus, tem deuses,
não há sol a sós
aqui somos mestiços mulatos
cafuzos pardos tapuias tupinamboclos
americarataís yorubárbaros.
somos o que somos
inclassificáveis
que preto, que branco, que índio o quê?
que branco, que índio , que preto o quê?
que índio, que preto, que branco o quê?
não tem um, tem dois,
não tem dois, tem três,
não tem lei, tem leis,
não tem vez, tem vezes,
não tem deus, tem deuses,
não tem cor, tem cores,
não há sol a sós
egipciganos tupinamboclos
yorubárbaros carataís
caribocarijós orientapuias
mamemulatos tropicaburés
chibarrosados mesticigenados
oxigenados debaixo do sol
Canção interpretada por Nei Matogrosso
INCLASSIFICÁVEIS_ Arnaldo Antunes E
CHICO SCIENCE
Inclassificáveis
Arnaldo Antunesque preto, que branco, que índio o quê?
que branco, que índio , que preto o quê?
que índio, que preto, que branco o quê?
que preto branco índio o quê?
branco índio preto o quê?
índio preto branco o quê?
aqui somos mestiços mulatos
cafuzos pardos mamelucos sararás
crilouros guaranisseis e judárabes
orientupis orientupis
ameriquítalos luso nipo caboclos
orientupis orientupis
iberibárbaros indo ciganagôs
somos o que somos
inclassificáveis
não tem um, tem dois,
não tem dois, tem três,
não tem lei, tem leis,
não tem vez, tem vezes,
não tem deus, tem deuses,
não há sol a sós
aqui somos mestiços mulatos
cafuzos pardos tapuias tupinamboclos
americarataís yorubárbaros.
somos o que somos
inclassificáveis
que preto, que branco, que índio o quê?
que branco, que índio , que preto o quê?
que índio, que preto, que branco o quê?
não tem um, tem dois,
não tem dois, tem três,
não tem lei, tem leis,
não tem vez, tem vezes,
não tem deus, tem deuses,
não tem cor, tem cores,
não há sol a sós
egipciganos tupinamboclos
yorubárbaros carataís
caribocarijós orientapuias
mamemulatos tropicaburés
chibarrosados mesticigenados
oxigenados debaixo do sol
Clique aqui para ouvir a mesma canção na interpretação de Arnaldo Antunes.
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CHICO REI_SAMBA ENREDO DA ESCOLA DE SAMBA DO SALGUEIRO DE 1964
(Geraldo Babão / Djalma Sabiá / Binha)
Vivia no litoral africano
Uma régia tribo ordeira cujo rei era símbolo
De uma terra laboriosa e hospitaleira
Um dia, essa tranqüilidade sucumbiu
Quando os portugueses invadiram
Capturando homens
Para fazê-los escravos no Brasil
Na viagem agonizante
Houve gritos alucinantes
lamentos de dor
Ô, ô, ô adeus, Baobá, ô, ô, ô
Ô, ô, ô adeus, meu Bengo, eu já vou
Ao longe, Minas jamais ouvia
Quando o rei mais confiante
Jurou à sua gente que um dia os libertaria
Chegando ao Rio de Janeiro
No mercado de escravos
Um rico fidalgo os comprou
E para Vila Rica os levou
A idéia do rei foi genial
Esconder o pó de ouro entre os cabelos
Assim fez seu pessoal
Todas as noites quando das minas regressavam
Iam à igreja e suas cabeças banhavam
Era o ouro depositado na pia
E guardado em outro lugar com garantia
Até completar a importância
Para comprar suas alforrias
Foram libertos cada um por sua vez
E assim foi que o rei
Sob o sol da liberdade trabalhou
E um pouco de terra ele comprou
Descobrindo ouro enriqueceu
Escolheu o nome de Francisco
E ao catolicismo se converteu
No ponto mais alto da cidade, Chico Rei
Com seu espírito de luz
Mandou construir uma igreja
E a denominou
Santa Efigênia do Alto da Cruz
Uma régia tribo ordeira cujo rei era símbolo
De uma terra laboriosa e hospitaleira
Um dia, essa tranqüilidade sucumbiu
Quando os portugueses invadiram
Capturando homens
Para fazê-los escravos no Brasil
Na viagem agonizante
Houve gritos alucinantes
lamentos de dor
Ô, ô, ô adeus, Baobá, ô, ô, ô
Ô, ô, ô adeus, meu Bengo, eu já vou
Ao longe, Minas jamais ouvia
Quando o rei mais confiante
Jurou à sua gente que um dia os libertaria
Chegando ao Rio de Janeiro
No mercado de escravos
Um rico fidalgo os comprou
E para Vila Rica os levou
A idéia do rei foi genial
Esconder o pó de ouro entre os cabelos
Assim fez seu pessoal
Todas as noites quando das minas regressavam
Iam à igreja e suas cabeças banhavam
Era o ouro depositado na pia
E guardado em outro lugar com garantia
Até completar a importância
Para comprar suas alforrias
Foram libertos cada um por sua vez
E assim foi que o rei
Sob o sol da liberdade trabalhou
E um pouco de terra ele comprou
Descobrindo ouro enriqueceu
Escolheu o nome de Francisco
E ao catolicismo se converteu
No ponto mais alto da cidade, Chico Rei
Com seu espírito de luz
Mandou construir uma igreja
E a denominou
Santa Efigênia do Alto da Cruz
06 - Chico Rei (Salgueiro 1964) by AMORIMLIMALE na voz de Martinho da Vila
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Respeitem Meus Cabelos, Brancos
Chico
César
Respeitem
meus cabelos, brancos
Chegou
a hora de falar
Vamos
ser francos
Pois
quando um preto fala
O
branco cala ou deixa a sala
Com
veludo nos tamancos
Cabelo
veio da áfrica
Junto
com meus santos
Benguelas,
zulus, gêges
Rebolos,
bundos, bantos
Batuques,
toques, mandingas
Danças,
tranças, cantos
Respeitem
meus cabelos, brancos
Se
eu quero pixaim, deixa
Se
eu quero enrolar, deixa
Se
eu quero colorir, deixa
Se
eu quero assanhar, deixa
Deixa,
deixa a madeixa balançar
Chico César - Respeitem meus cabelos brancos by AMORIMLIMALE
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Cabelo Duro
Itamar Assumpção
Eu tenho cabelo duro
Mas não o miolo mole
Sou afro brasileiro puro
É mulata minha prole
Não vivo em cima do muro
Da canga meu som me abole
Desaforo eu não engulo
Comigo é o freguês que escolhe
Sushi com chuchu misturo
Quibebe com raviole
Chopp claro com escuro
Empada com rocambole
Tudo que é falso esconjuro
Seja flerte ou love story
Quanto a ter porto seguro
Tem sempre alguém que me acolhe
É com ervas que me curo
Caso algum tombo me esfole
Em se tratando de apuro
Meu pai Xangô me socorre
Mas não o miolo mole
Sou afro brasileiro puro
É mulata minha prole
Não vivo em cima do muro
Da canga meu som me abole
Desaforo eu não engulo
Comigo é o freguês que escolhe
Sushi com chuchu misturo
Quibebe com raviole
Chopp claro com escuro
Empada com rocambole
Tudo que é falso esconjuro
Seja flerte ou love story
Quanto a ter porto seguro
Tem sempre alguém que me acolhe
É com ervas que me curo
Caso algum tombo me esfole
Em se tratando de apuro
Meu pai Xangô me socorre
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
MULHER BARRIGUDA do Poeta Solano Trindade
Mulher Barriguda
(musicado por João Ricardo dos Secos e Molhados)
Mulher barriguda
Que vai ter menino
Qual é o destino
Que ele vai ter,
Que será ele,
Quando crescer...
Haverá ‘inda guerra?
Tomara que não
Mulher barriguda
Tomara que não...
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
TEM GENTE COM FOME
Poema Musicado em 1979 pelo grupo Secos e Molhados.
Tem gente com fome (1944)
Trem sujo da Leopoldina
correndo correndo pra dizer
tem gente com fome
tem gente com fome
tem gente com fome
Piiiii
Estação de Caxias
de novo a dizer
de novo a correr
tem gente com fome
tem gente com fome
tem gente com fome
Vigário Geral
Lucas
Cordovil
Brás de Pina
Penha Circular
Estação da Penha
Olaria
Ramos
Bom Sucesso
Carlos Chagas
Triagem, Mauá
trem sujo da Leopoldina
correndo correndo
parece dizer
tem gente com fome
tem gente com fome
tem gente com fome
Tantas caras tristes
querendo chegar
em algum destino
em algum lugar
Trem sujo da Leopoldina
correndo correndo
parece dizer
tem gente com fome
tem gente com fome
tem gente com fome
Só nas estações
quando vai parando
lentamente começa a dizer
se tem gente com fome
dá de comer
se tem gente com fome
dá de comer
se tem gente com fome
dá de comer
Mas o freio do ar
todo autoritário
manda o trem calar
Psiuuuuuuuuuu
Solano Trindade, CANTARES AO MEU POVO, págs,34 e 35, Editora Brasiliense, São Paulo,1981
sábado, 13 de agosto de 2011
MISSÃO DE PESQUISAS FOLCLÓRICAS

ÁUDIO DE MANIFESTAÇÕES POPULARES (Música Tradicional do Norte e Nordeste)
MÚSICA AFRODESCENDENTE
Acho que a proposta de termos um Blog com dicas de textos, livros, sites entre outros, facilita "a partilha" da informação, ou melhor, ajuda a compartilhar um pouco do conhecimento. Sendo assim, é interressante trazer para esse espaço a mémoria das cantorias de terreiros, dos sons dos caboclos, enfim, as manifestações populares imortalizadas pelo trabalho de Mário de Andrade e seus colaboradores. Recomendo o site http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/missao/index.html
Nesse endereço podemos ver algumas fotos da Missão, imagens, escutar as músicas e ler os textos que estão no encarte do CD.
"Mário já suspeitava que o progresso não tinha memória. Ou melhor, que a memória deixada por ele não era escrita no plural. A memória do singular era aquela do concreto do viaduto, e não as memórias das brincadeiras nos parques, das cantorias dos terreiros, dos desenhos das crianças, dos sons caboclos. Pois é esta memória do íntimo que o interessava, memória das pequenas coisas não utilitárias, não civilizadas- todas elas resíduos orais da cultura, tão breves quanto a existência."
Danilo Santos de Miranda
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A cultura popular na escola
Paulo Dias
Torna-se um imperativo cada vez maior nos meios educacionais brasileiros, em face das políticas de valorização da diversidade cultural, a inclusão de conteúdos sobre culturas populares tradicionais como temas curriculares transversais. Nesse contexto, os produtos que constam no catálogo da Associação Cultural Cachuera! vêm preencher uma grande lacuna, ao oferecer informações pedagogicamente organizadas sobre as expressões da cultura popular, as quais integram uma importante parcela do conhecimento humano que vem sendo apartada dos currículos escolares : o das culturas da oralidade.
Entendemos que “oralidade” e “escola” são conceitos cuja aproximação tem sido problemática, uma vez que a escola historicamente se consolidou como um dos templos do saber fixado pela escrita, o saber letrado das camadas sociais hegemônicas, advindo da tradição culta européia-ocidental. Ao mesmo tempo, essa mesma escola rejeitava a cultura oral, própria dos povos ágrafos - aqueles que não tiveram necessidade, ou oportunidade histórica de desenvolver ou se servir da escrita, como é o caso da maioria das civilizações africanas, dos povos indígenas, ou ainda, do povo miscigenado brasileiro.
A cultura popular tradicional, produzida por camadas sociais economicamente desfavorecidas, tem sido lembrada na escola tão-somente por ocasião da Semana do Folclore, ou conforme representada na obra de autores nacionalistas como Gonçalves Dias ou modernistas como Mário de Andrade ou Guimarães Rosa. Assim como esses escritores, embora pertencentes a uma esfera de produção artística erudita, preocuparam-se com a configuração de uma estética genuinamente nacional , gestada a partir de formas e conteúdos da cultura ancestral do nosso povo, é urgente que a escola adote semelhante postura, agregando aos seus currículos, ao lado desses grandes artistas, aqueles que lhes inspiraram a obra: os artistas populares e suas comunidades.
As historiografias contemporâneas se voltam cada vez mais para as vozes excluídas do poder, para a experiência do homem comum, dos segmentos sociais marginalizados pela história dita “oficial”. Para as fontes não-escritas. A atual orientação ética para a aceitação e valorização das diferenças – culturais, socio-econômicas, raciais, de opção sexual – existentes entre os cidadãos nas sociedades humanas, na busca da consolidação do próprio conceito de cidadania, deve ter como ponto de partida a instituição escolar.
A escola é, portanto, o ambiente propício para a aprendizagem do respeito pelas culturas populares, pouco divulgadas na televisão (portanto diferentes daquilo que se tornou normal para os jovens), obtido a partir do conhecimento de suas formas de expressão mateirais e imateriais, na complexidade de suas dimensões históricas, geográficas, sociais, artísticas, religiosas. Vencendo o preconceito com a luz do conhecimento, é preciso formar um público jovem interessado nas suas próprias raizes, não envergonhado, mas orgulhoso delas, com espírito aberto o suficiente para redescobrir e valorizar, nas periferias das grandes cidades onde moram, as belezas ancestrais guardadas na memória de seus pais e avós.
Só assim a cultura popular poderá ser reconhecida e respeitada, visando alcançar a legitimidade de que hoje goza a cultura erudita, na escola ou fora dela. E abrindo caminho para que, um dia, o mestre popular se torne mestre-escola.
MARACATU DE PEDRA
O Maracatu Bloco de Pedra é composto pelos frequentadores das oficinas oferecidas pelo Projeto Calo na Mão, na Escola Estadual Profº António Alves Cruz, onde trabalham especificamente com a cultura do Maracatu de Baque Virado, estudando a dança, as toadas e os baques das Nações Pernambucanas.
Os ensaios são abertos e acontecem todos os Sábados, a partir das 15:00h, porém seus integrantes estão lá desde as 10h da manhã, trabalhando na construção e manutenção dos instrumentos utilizados.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
BISPO DO ROSÁRIO
Arthur Bispo do Rosário - sergipano de origem simples, vítima de esquizofrenia, que viveu assombrado por misticismos e alucinações nas instituições psiquiátricas pelas quais passou, entre 1938 e 1989, ano de sua morte. Durante seus períodos de clausura na Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro), onde viveu por 50 anos, não consecutivos, Bispo do Rosário produziu um acervo de bordados, estandartes e assemblages que hoje têm sua relevância reconhecida no contexto histórico da arte brasileira e no cenário internacional das artes plásticas.
Um grande artista negro. Um louco!!! Ou louco somos nós?!
Precisamos estudar esse cara! Esse é um bom momento.
Há um documentário sobre ele: "O senhor do labirinto", mas não sei como conseguir. Alguém sabe?
Segue dois links interessantes sobre ele.
REVOLTA DA CHIBATA
VALE A PENA VER ESSE VIDEO FEITO POR ESTUDANTES...
VALE A PENA ESTUDAR A REVOLTA DA CHIBATA.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
JOGOS INFANTIS AFRICANOS
JOGOS INFANTIS AFRICANOS
Apostila em PDF com vários jogos infantis africanos
http://www.laab.ufpa.br/ludico-afro/jogosinfantisafricanoseafro-brasileiros.pdf
CORPO: SOM E MOVIMENTO Redescobrindo Brinquedos Cantados na Africanidade Brasileira
Artigo publicado na revista África e africanidades em PDF
Clique aqui para baixar
Apostila em PDF com vários jogos infantis africanos
http://www.laab.ufpa.br/ludico-afro/jogosinfantisafricanoseafro-brasileiros.pdf
CORPO: SOM E MOVIMENTO Redescobrindo Brinquedos Cantados na Africanidade Brasileira
Artigo publicado na revista África e africanidades em PDF
Clique aqui para baixar
MÚSICAS
http://www.mamalisa.com/index.html
Este site tem músicas de várias regiões africanas muito fáceis de cantar. Muito bacana mesmo, vale a pena conferir mais esta dica da Cleide : Clique aqui
Canção de Chico César que pode ser muito bem aproveitada numa Oficina de Leitura e Escrita acerca das questões linguísticas - no caso um vocativo - para a compreensão de um texto-canção e daí para um bom papo sobre as questões dos cabelos e a deixa das madeixas...
Respeitem meus cabelos, brancos. Chico César
Este site tem músicas de várias regiões africanas muito fáceis de cantar. Muito bacana mesmo, vale a pena conferir mais esta dica da Cleide : Clique aqui
Canção de Chico César que pode ser muito bem aproveitada numa Oficina de Leitura e Escrita acerca das questões linguísticas - no caso um vocativo - para a compreensão de um texto-canção e daí para um bom papo sobre as questões dos cabelos e a deixa das madeixas...
Respeitem meus cabelos, brancos. Chico César
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